Acerte o ritmo do organismo
É a partir dos 30 anos que a velocidade do metabolismo começa a cair gradualmente, aumentando a tendência ao sobrepeso e à obesidade. "Com o avanço da idade, há uma diminuição da massa magra, e essa perda é justamente a responsável pela desaceleração do ritmo habitual de funcionamento do organismo. Com isso, o gasto energético também passa a ser menor. Ou seja, será preciso fazer mais exercícios ou controlar com mais rigor a alimentação, para se manter a mesma forma de sempre", avisa a endocrinologista Anete Hannud Abdo, do Hospital das Clínicas (SP).
A musculação é uma das melhores formas de reagir a esses efeitos do tempo: ela promove um gasto calórico elevado e ainda ajuda a reverter a tendência ao acúmulo de tecido adiposo. Investir em um cardápio equilibrado, com as quantidades adequadas de carboidratos, proteínas e gorduras, também é uma excelente alternativa.
É a partir dos 30 anos que a velocidade do metabolismo começa a cair gradualmente, aumentando a tendência ao sobrepeso e à obesidade. "Com o avanço da idade, há uma diminuição da massa magra, e essa perda é justamente a responsável pela desaceleração do ritmo habitual de funcionamento do organismo. Com isso, o gasto energético também passa a ser menor. Ou seja, será preciso fazer mais exercícios ou controlar com mais rigor a alimentação, para se manter a mesma forma de sempre", avisa a endocrinologista Anete Hannud Abdo, do Hospital das Clínicas (SP).
A musculação é uma das melhores formas de reagir a esses efeitos do tempo: ela promove um gasto calórico elevado e ainda ajuda a reverter a tendência ao acúmulo de tecido adiposo. Investir em um cardápio equilibrado, com as quantidades adequadas de carboidratos, proteínas e gorduras, também é uma excelente alternativa.
Diga não à culpa
É também nesse período que muitos casais resolvem dividir o mesmo teto ou que decidem enfrentar o desafio de ter filhos. A grande questão é que esses relacionamentos também trazem novas exigências: de tempo, de atenção e de afeto. E, para dar conta de tudo, além das obrigações profissionais, será preciso copiar os malabaristas do circo: eles conseguem manter todas as bolas no ar, mas seguram uma de cada vez. "É preciso saber que o equilíbrio entre as nossas diversas demandas é algo fluido. Assim, se eu estou envolvida num projeto profissional e preciso fazer uma viagem, por exemplo, vou me dedicar ao trabalho naquele momento e, na volta, vou tentar não marcar tantos compromissos, para compensar o tempo que não passei com o parceiro ou com as crianças", ensina a psicóloga Sheila Skitnevsky-Finger, sócia fundadora do Instituto Mãe Pessoa. Para a psicóloga Dorli Kamkhagi, colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento do Hospital das Clínicas (SP), o grande segredo é abrir mão da expectativa de desempenhar perfeitamente os diversos papéis assumidos. "Aceitar as nossas limitações, por outro lado, é uma forma de nos mostrarmos maduros, pois somente pessoas imaturas se julgam capazes de tudo", pondera.
É também nesse período que muitos casais resolvem dividir o mesmo teto ou que decidem enfrentar o desafio de ter filhos. A grande questão é que esses relacionamentos também trazem novas exigências: de tempo, de atenção e de afeto. E, para dar conta de tudo, além das obrigações profissionais, será preciso copiar os malabaristas do circo: eles conseguem manter todas as bolas no ar, mas seguram uma de cada vez. "É preciso saber que o equilíbrio entre as nossas diversas demandas é algo fluido. Assim, se eu estou envolvida num projeto profissional e preciso fazer uma viagem, por exemplo, vou me dedicar ao trabalho naquele momento e, na volta, vou tentar não marcar tantos compromissos, para compensar o tempo que não passei com o parceiro ou com as crianças", ensina a psicóloga Sheila Skitnevsky-Finger, sócia fundadora do Instituto Mãe Pessoa. Para a psicóloga Dorli Kamkhagi, colaboradora do Laboratório dos Estudos do Envelhecimento do Hospital das Clínicas (SP), o grande segredo é abrir mão da expectativa de desempenhar perfeitamente os diversos papéis assumidos. "Aceitar as nossas limitações, por outro lado, é uma forma de nos mostrarmos maduros, pois somente pessoas imaturas se julgam capazes de tudo", pondera.
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